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Domingo, 25 de Novembro de 2007

(.) Chuva magra



Agora há água, onde havia sol. E há muitos estranhos, vestidos de gabardina, escondidos atrás de guarda-chuvas. Por onde andou esta gente que se encosta aos umbrais, ainda receosa de pisar os passeios? Os espelhos no chão, as luzes no ar, não chegam para os desembaraçar do manto de humidade que lhes tolhe os movimentos. São sombras da multidão que se foi agarrando aos dias luminosos, cantando em coro contra o determinismo do tempo. O raro eléctrico que passa rápido não chega para lhes devolver o conforto dessa cidade aberta. E nem a árvore-maior-da-Europa, é suficiente surpresa para os entusiasmar com um Natal que parece mingar à medida que se aproxima. DPontes



» publicado por DPontes às 00:11
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2 comentários:
De Paulo Ribeiro a 25 de Novembro de 2007 às 11:16
Não quero de todo ser misógeno, mas há mulheres a conduzir o eléctrico que diexam muito a desejar.
Outra coisa, o eléctrico é tão raro, tão raro, que nem sequer se chega a dar por ele, portanto andar ou não andar é indiferente. É romântico, digamos assim. A maior árvore de natal da europa e tal, que tapa a magnífica fachada da câmara, que é mais uma daquelas inutilidades para deslumbrar o povão, bah, não convence. A chuva trás uma nova áura à cidade, mas porque olhá-la, molhada, quando o cinzento do granito escurece, é uma das maravilhas que a cidade nos pode proporcionar. Viva a Chuva.
De AnnaTree a 28 de Novembro de 2007 às 10:23
olá! gostei e vou estar atenta.
pendurado na minha arvore de letras
em:
http://arvoredeletras.blogs.sapo.pt/ (http://arvoredeletras.blogs.sapo.pt/)

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