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Terça-feira, 13 de Novembro de 2007

(.) Uma araucária no deserto



Na cidade, aterrou mais um ovni. Vidros espelhados, escadas rolantes, decoração desajeitada e excessiva. Foi-se de vez a Fábrica de Sedas Nogueira, ficou a sua araucária e aí está o Gran Plaza (o que terão contra a língua portuguesa?). Se funcionar como “loja-âncora”, como aconteceu com o Via Catarina é uma boa notícia. Ainda é uma das melhores hipóteses para termos um íman contra a fuga para as praças de ar condicionado dos arredores. A péssima notícia seria se acabasse por retirar o comércio da rua. Os cadáveres das casas fechadas à sua volta, mostram bem como alguns oásis estão longe de acabar com o deserto. DPontes   

» publicado por DPontes às 23:19
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3 comentários:
De vitor tavares a 15 de Novembro de 2007 às 17:07
Gostei de ler este seu artigo, o qual reflecte bem a problemática dos lugares disneyficados dos shoppings centers no seio urbano, muitas das vezes transformados em não-lugares. Esses espaços a que marc augé define como sendo espaços que não criam história nem social orgânico, que criam uma espécie de contratualidade com a solidão…
--
vitor tavares

ps: investigue o projecto com o tema "não-lugares na cidade do Porto" (www.nao-lugares.com) que desenvolvi recentemente, e que aborda esta problemática dos lugares abandonados / vazios urbanos em contraposição com os shoppings centers.
De José Eduardo a 16 de Novembro de 2007 às 18:03
Assino por baixo. A letras bem carregadas. E ainda nem pus lá os pés...

José Eduardo
[www.portus-cale.blogspot.com]
De Paulo Ribeiro a 24 de Novembro de 2007 às 19:37
Mais um belíssimo mono. Parece que serve para substituir a Brasileira como lugar de engates duvidosos.
Fica bem, quando comparado com os prédios da área envolvente. Bem, mais um pequeno mimimnho... Já tivemos aviões inúteis, árvores da natal dispensáveis, mas as fachadas dos prédios continuam uma lástima (e ao abandono). Agora, as diversões de feira nas praças da cidade foi de génio.... Jesus, até fiquei sem fôlego....

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