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Sábado, 10 de Março de 2007

(.) António Cruz







“Ouve-se um silvo distante, que arrepia a água. Não há dúvida, a noite vai cair. Uma noite antiga, de há cinquenta anos, onde ninguém poderá pressentir a desgrenhada noite dos nossos dias, ruidosa, insegura, desumana. Olhadas assim, com olhos fatigados, as aguarelas de que estivemos a falar escorrem, também elas, melancolia.”


 Eugénio de Andrade, 1997 no livro “António Cruz, O Pintor e a Cidade”


 


Ontem, passaram-se, quase em silêncio, 100 anos sobre o nascimento de António Cruz. Sobre ele escreveu Bernardo Pinto de Almeida: “De todos os pintores do Porto do século XX, António Cruz foi decerto aquele que melhor soube entender a alma da cidade.” Há intenções de publicar até ao final do ano um livro sobre o autor e anuncia-se uma exposição. Era bom que acontecessem. Para que mais se pudessem rever na luz difusa que emana destas aguarelas. Como o fez Mário Cláudio: “E, à medida que for a locomotiva reduzindo a sua marcha, eis que será tão cinzento o cinzento que dele se não distinguirá o verde das couves, nem o vermelho das dálias, nem o amarelo de um que outro girassol, movido pela trajectória de estrela nenhuma.” DPontes   

» publicado por DPontes às 01:52
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3 comentários:
De ana cruz a 7 de Dezembro de 2007 às 19:46
o antonio cruz era o meu vÔvô.
De Rita a 9 de Fevereiro de 2009 às 22:17
como e que um artista incrivel como este nao tem nem um comentario no blog. Acho inadmissivel a maneira como tratam os pintores hoje em dia. Antonio Cruz dos melhores aguarelistas que ja vi.
De DJ a 22 de Fevereiro de 2008 às 09:55
Ola, Eu gostava de saber as dimensoes deste quadro e o titulo, sera q podes mandar me isso para o meu blog

www.troublesomespoileralert.blogspot.com

obgd =)

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